O vento que bate na janela
Relembra tempos revoltos
Mas esta noite
Não há nada que possa nos vencer
Durma tranqüilo então, meu bem
As estrelas continuam no céu
Já não lembramos bem de como tudo se rendeu
E mesmo nós
Que não costumamos nos render assim tão fácil
Já nos vemos nos deixando levar
Assim tão rápido
De um modo que não percebemos
Nem compactuamos
Mais um ano vai findando
E assim continuamos
Invencíveis sem vencer
Invisíveis sem saber...
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
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